«Também não sabem das vezes incontáveis que derrubei chá na minha roupa, e das vezes que entrei de sutiã para o chuveiro e das vezes que me sentei no tampo da sanita. Das milhares de vezes que maltratei pessoas pelo meu jeito impulsivo e que, na verdade, não sou tão certa assim. Sou frágil demais para quem me vê a trabalhar e chorona demais para quem me vê a dizer que não me quero apaixonar, nunca mais. E que por trás de todo este rímel e baton rosa, existe uma criaturazinha que se derrete quando é abraçada, que se encanta demasiado fácil, que faz as maiores loucuras só para fazer bem a quem gosta (...)»
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